Menos que nada

Quinta-feira, 16 Novembro 2006 (13:01)

Apetecia-me postar sobre o Agostinho. O não filósofo. E o não poeta. Antes poema à solta. Dar conta de coisas simples, sem sentido solene nem saberes de cátedra. Breves notas de Outono a vagar para lado nenhum.

Afinal, acordei com outro humor. No rumor da manhã.

“Não quero usar camisa preta nem vermelha. Quero usar a camisa que mais me agradar. E também não quero bater pála como um autómato. Prefiro dar um aperto de mão quando me encontro com alguém de quem gosto”

Henry Miller

“Quando somos muito fortes, – quem recua? muito alegres, – quem cai no ridículo? Quando somos muito maus, – que fariam de nós?
Alindai-vos, bailai, desatai a rir. – Eu nunca poderei atirar o Amor pela janela.”

Rimbaud

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2 Respostas to “Menos que nada”

  1. Espalha Brasas said

    Estou a ver que a comidinha chinesa serviu de inspiração.

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