O método de Oliveira Salazar

Terça-feira, 26 Dezembro 2006 (16:52)

Nova pérola em http://www.oinsurgente.org:

“Em Salazar havia método, persistência consistência e censura (…) tornou-se um dos maiores políticos portugueses de sempre”

André Azevedo Alves

O MESTRE ANDRÉ VAI À ESCOLA

Não haver Salazar
Lamenta-se o Insurgente
Ai que azar
Diz o André
Ligeirinho e temente

Método e persistência
Disso não nos podemos queixar
Em Caxias e no Tarrafal
É só ver a consistência
Do Dr Salazar

No Ultramar deixou obra
Metódica e consistente
E agora o que sobra
É a merda do Insurgente

O maior dos maiores
Foi o Oliveira Salazar
E não fosse o Natal
Pensava que era o Portas
A brincar ao Carnaval

salazar-1.jpg

Anúncios

20 Respostas to “O método de Oliveira Salazar”

  1. nenuco said

    Estou! O normal é elogiar o Salazar e o Pinochet.

  2. Palmeira said

    O normal é não responder com insultos e caralhadas a uma provocação política… com risco de se acabar a falar sozinho. Digo eu.

  3. nenuco said

    Meu caro, insultos sim, caralhadas depende. E pelo que pude observar, parece que há quem concorde comigo. Devem ser mais malucos como eu!

  4. Eu só ainda não me mandei paz caralhadas porque não chamaram paneleiro ou impotente ao Fidel.
    Se bem que um gajo com os valores do Salazar não ter deixado viúva nem descendência só tem uma de duas explicações. Ou ambas!
    Por falar em paneleiros impotentes: Sabias que nem a vaga de 40º no Brasil consegue acabar com o Jacques Rodrigues?

    É pena!

  5. nenuco said

    Sabiam que no Insurgente tentaram ofender-me? Chamaram-me “utópico”. Agradeci o elogio e regressei aos insultos… no post seguinte…em breve, haverá caralhadas…

  6. Palmeira said

    Vocês são comadres ou tocam na mesma banda?

    Pelo que vi no Insurgente, os textos são todos assinadas COM OS NOMES REAIS DAS PESSOAS QUE OS ESCREVEM, pessoas que, tal como vocês, escrevem em jornais, mas CORAJOSAMENTE, i. e., ASSINAM OS SEUS TEXTOS TANTO EM BLOGS COMO NA SUA VIDA, “digamos”, mais profissional.

    É essa a diferença. Assumir convicções abertamente, não se aproveitar do anonimato para dizer coisas que muito provavelmente não se diriam na cara, ou por exemplo na televisão. Assim é muito fácil e, por acréscimo, de baixo valor. Já para não dizer nível. Chegaram a ler aquela cartinha que eu vos enderecei aos dois noutro dia?
    Não, pois não?

  7. nenuco said

    Caro, Palmeira, na banda em que tocas a tua música começa a soar-me repetitiva e monocórdica. E, ainda por cima, desafinada. Ou então estás a ficar surdo: JÁ TE DISSE VÁRIAS VEZES QUE NÂO TENHO PROBLEMA NENHUM EM ASSUMIR A IDENTIDADE N-U-N-O C-O-S-T-A. E as posições que defendo já as assumi dezenas de vezes nos jornais e revistas onde trabalhei. Se algum leitor desejar conhecer a minha identidade é só perguntar.

  8. nenuco said

    AS TESES DO INSURGENTE SÃO UMA MERDA. OU, EM LINGUAGEM, MENOS BREJEIRA, INJUSTAS E PROFUNDAMENTE DESUMANAS. PORQUE O LIBERALISMO ECONÓMICO DESCONTROLADO E DESUMANIZADO NÃO É NEM PODER SER LOUVÁVEL. O CONTRAPONTO AO SOCIALISMO NÃO PODE SER UMA SOCIEDADE GOVERNADA PELO LUCRO.

    NUNO COSTA

    “Os EUA vêem os outros como simples sustentáculos ao serviço do seu único objectivo (…) que passa pelo mercado livre, competição, diminuição do peso do Estado, desregulamentação, reestruturação dos sindicatos, mas desde que sejam domesticados”.

    “Procuram a maior acumulação possível de riqueza para alguns eleitos, mesmo que para atingirem tal fim seja necessário o desencadeamento de guerras injustificadas que matarão milhares ou milhões de seres humanos”.

    “Esta visão, que elegeu o mercado como novo bezerro de ouro, recusa-se a ver o sofrimento que provoca a milhões de seres humanos vistos como meros produtos descartáveis”.

    “Os pobres, os desempregados e os fracos são vistos como meros incompetentes, culpados da sua triste sorte, não merecendo ser defendidos, nem ter voz”

    “A visão oposta, que fiz minha, corporizada pelas Organizações Não-Governamentais, expressão da sociedade civil mundial organizada, quer colocar o ser humano no cerne de todas as questões”

    Fernando Nobre, AMI

  9. Bambi said

    Nenuco, eu tenho uma questão: gostava de saber quais foram os jornais e revistas onde já trabalhaste (em que defendeste estas posições).

    Obrigada
    Ass: leitora em ranholas

  10. nenuco said

    Vejo que o Palmeira não actua a solo: ainda bem, assim desafina menos, ou não! Repórter do Seixal, Focus, Tal&Qual, Meios, Rasgos e até, por incrível que pareça, na VIP e na Volta ao Mundo (como poderás constatar)

  11. Bambi said

    Nenuco, meu querido, queres que eu me chateie mesmo contigo? É essa a tua ideia?

  12. Palmeira said

    Só mais uma pergunta, e música final da minha obra seminal: nesses sítios todos onde, paladino, tens sido a bandeira da esquerda revolucionária, é assim que assinas, “Nuno Costa”? Estás a brincar comigo ou quê? Ou além de surdo também estarei cego?

  13. nenuco said

    Ia responder até que pensei: “Mas, porventura, estou a ser julgado na barra de algum tribunal? Por acaso, devo alguma explicação diante de questionamentos moralistas e paternais? E desde quando é que o Palmeira anda armado no Pacheco Pereira da blogosfera? E, já agora, quais são os critérios para julgar o outro? Será que quando o alvo de sátira é o Carlos Castro merecemos uma palmadinha nas costas mas quando apontamos baterias para cidadãos ‘respeitáveis’, como os do Insurgente, os critérios de respeitabilidade são inflacionados? Será qualquer coisa como se fizeres troça de um analfabeto e ignorante é fixe mas se te meteres com ‘respeitáveis’ opinion makers isso já é outra história? Serão os Srs Tellez e Andrés dignos de maior respeito de que o Carlos Castro, que até tem direito a epígrafe?”

    Desconhia-te esse paternalismo serôdio, mas quando fizeres recurso a ele, lembra-te de não excluires os Carlos Castros deste mundo. Já agora, se gostas tanto das coisas by the book é melhor recordares-te que as regras do book já foram escritas. E não foram por mim nem por ti. Logo, valem o que valem

  14. Bambi said

    Nenuco, nenuco! Isto também é tudo a brincar?
    Antes de mais, devo informar-te que estou a escrever sozinha no meu teclado (não tenho ninguém a ditar-me o texto). Julgo que saberás que mantenho a minha opinião nestas questões, desde o célebre episódio com um anónimo no blogue do Mariachi. Bom, mas gostava de contar-te uma história, quanto a mim interessante, que envolve um senhor por quem tenho alguma consideração, que se chama Francisco Louçã. Em pleno debate televisivo, o jovem Louçã resolveu informar Paulo Portas que não devia falar sobre aborto porque ele nunca teria filhos (uma “alusão” à suposta homossexualidade do PP). Para mim, este é um exemplo de baixo nível.
    Outro exemplo: como sabes, já tive algumas questões na blogosfera (até já fui expulsa de um blogue de um amigo teu). Se bem me lembro, a reacção das pessoas que se sentiram aborrecidas comigo foi o insulto, o baixo nível e algumas (muitas) alusões à minha vida sexual.
    Outro exemplo: quando se descobriu o blogue do Cláudio Ramos, a caixa de comentários do rapaz transbordava comentários anónimos (alguns de pessoas que conhecemos) a chamarem-lhe de paneleiro para baixo.
    Caro nenuco, o princípio é o mesmo para todos.
    Já agora, deixo-te uma questão final: crítica = moralismo?

  15. nenuco said

    Amigos Bambi, Palmeira e Toni,

    Embora não actuem na mesma banda, tocam a mesma música. Por isso, estão todos igualmente convidados para um último concerto neste meu ciclo de comments. É que, após um jantar e muitos posts depois, já não espero que percebam as minhas posições. Respeitá-las já não seria mau.

    1. Antes de passar à parte das “obscenidades”, convém esclarecer que estas não foram descontextualizadas, mas sim enquadradas na apresentação de argumentos válidos, quer do ponto de vista racional quer do ponto de vista do questionamento dos valores em discussão, nas discussões que travei com os “colegas” do Insurgente (ainda estou à espera de resposta para saber a razão dos insurgentes conhecerem melhor o que se passou no Chile do que Gabriel García Marquez, Noam Chomsky ou Juan Vives; ou porque razão é possível conciliar a mensagem de Cristo com o liberalismo selvagem; ou a prova de que os modelos económicos em vigor não provocam desigualdades sociais).

    2. O tom, conceito, gravidade e dimensão dos que é considerado insulto é obviamente subjectivo. Afirmar que Pinochet “salvou” o Chile ou que “Salazar é um dos maiores políticos portugueses de sempre” são insultos, na minha opinião – e, pelos vistos, na opinião das diversas pessoas que subscrevem as minhas “obscenidades” – muito mais graves e demenciais do que classificar alguém, pelas suas ideias, como uma “grandecíssima merda”. E, como não deve ser difícil perceber – penso eu – há muitas formas, linguísticas e estilísticas – de chamar “merda” a alguém. Por exemplo, a meu ver, e digo isto conscientemente, colocar uma frase do Carlos Castro em epígrafe, é mil vezes pior do que associá-lo a qualquer tipo de bosta. Ou quando faço uma piada a ridicularizar a Margarida Rebelo Pinto, obviamente estou a apequená-la de forma bem mais veemente do que se a descrevesse meramente como uma “grandecíssima merda”. Ao contrário dos exemplos referidos pela Bambi, aqui os adjectivos “obscenos” são aplicados a indivíduos no contexto do absurdo das suas ideias, pensamentos ou obras. Nesse sentido, parece-me unânime chamar “merda” a crápulas como Saddam Hussein, Hitler, Estaline, Pinochet ou Salazar. Ou a quem subscreva o seu ideário. E, por último, sabes qual é a razão do Francisco Louçã e do Paulo Portas não se mandarem à merda mutuamente quando têm uma câmara de televisão? Cinismo e convencionalismo social. Os votos e os ditames da simpatia popular falam mais alto.

    3. Utilizar humor, ironia, violência, vernáculo e o insulto é uma metodologia habitual nas mais variadas formas de intervenção artística, cultural e social. A este propósito apetece-me lembrar Henry Miller: “Estou honestamente convencido de que o medo e o horror que o obsceno inspira, particularmente nos dias de hoje, deriva mais da linguagem utilizada do que do pensamento. É como se lidássemos aqui com tabus primitivos. O facto de certas palavras, certas expressões, geralmente – mas nem sempre – associadas ao sexo, terem passadas a ser consideradas “proibidas” é, no fundo, perfeitamente enganador. Aqueles a quem estes símbolos escritos chocam, desgostam, ferem ou horrorizam estão familiarizados com eles na língua falada. Todos ouvimos diariamente essas expressões “indecentes”, “ordinárias”, “feias”, do berço à sepultura. Como e porquê, então, não nos tornámos imunes a elas? Que sortilégio possuem, de que não sabemos proteger-nos. Mas porque há-de a literatura ser mais sacrossanta do que a fala? Não será a escrita uma outra forma de fala?”. Pelos vistos, não sou o único a não diferenciar a escrita e a fala. Tal como o “O Meu Pipi” não o fez quando “insultou” Vasco Pulido Valente. Ou como os poetas beatnick não faziam quando dardejavam impropérios aos presidentes Johnson e Lyndon. Ou como o Lello Minsk (vulgo Manuel João Vieira) ainda na terça-feira passada não fez quando decidiu lançar vitupérios a algumas figuras públicas da nossa praça. Em face do exposto, fica claro que os códigos de conduta e os parâmetros de quando é correcto ou não recorrer ao “obsceno” não são definidos por ti, pelo Pacheco Pereira, pelo Pulido Valente, pelo Insurgente ou pela bagagem cultural a que estão engajados (consciente ou inconscientemente).

    4. Quanto ao anonimato, existem dois pontos distintos a esclarecer. O primeiro é que parece claro que assumir a identidade não constitui um problema como o comprovam os posts em que assinei com o meu nome de baptismo. Como já disse, e volto a repetir, se tomei esta posição em revistas e jornais, estarei à vontade para o fazer num blog. Agora, tal facto não significa que o faça para agradar A ou B ou para satisfazer códigos morais e éticos de discussão que considero falaciosos e artificiais. O segundo ponto refere-se à também falaciosa, artificial e ilusória sensação de que assumir uma identidade é condição sine qua non para actuar em sociedade. Não passa do mito moderno de que somos todos cidadãos em igualdade de circunstâncias e com as mesmas possibilidades de intervenção. Não somos. Se a Bambi disser ao Jacques que ele é uma merda é despedida; se tu tivesses chamado incompetente ao presidente do Instituto do Livro perdias a avença; se um ucraniano nas obras disser ao construtor que lhe paga uma miséria à hora que ele é um filho da puta vai recambiado por Kiev enquanto o FDP esfrega um olho. Logo, actividades sob anonimato são necessárias, legítimas, e nalguns casos até urgentes, para contrabalançar o gritante desequilíbrio e assimetria de poderes. São, no fundo, o efeito natural e lógico entroncado em causas mais profundas, radicadas em bastiões e muralhas de poder, que deixam o grosso dos cidadãos nos arrabaldes desse mesmo poder. E as actividades de guerrilha têm mais gradações e filtragens do que o mero quadro clássico do combatente barbudo no meio do mato. Mais uma vez, as “coisitas” escritas aqui e ali têm a dimensão que cada um de nós lhes quiser dar. Há, naturalmente, quem prefira as regras da Atlântico e do Dia D.

    5. Outro mito moderno é o de que algumas das conquistas modernas são um exclusivo e uma conquista do liberalismo económico. Ora, a par do trabalho desenvolvido nos sistemas de defesa de diversos países, várias núcleos universitários trabalham, desde os primórdios da Internet, justamente para que as redes computacionais permitam aos cidadãos um meio e um veículo de comunicação que não seja controlado por cartéis económicos, sujeito a ditames corporativistas ou a códigos morais comprometidos com lógicas culturais pré-estabelecidas. Isso faz dos seus subscritores “comunistas”, “perigosos terroristas” ou “revolucionários de esquerda” que desprezam o conforto dos bens materiais? Só na cabeça dos gajos do Insurgente. Ninguém de bom senso poderá desprezar o progresso tecnológico e o bem estar material das sociedades “democráticas”. Mas subscrever o melhor de uma sociedade não equivale a legitimar o seu pior. E uma economia selvagem e sem freios, como a que vigora nos actuais modelos dos países do Primeiro Mundo, acaba por limitar a liberdade e a qualidade de cidadania da maioria dos indivíduos.

    6. Sei bem que o matemático Kurt Godel demonstrou que qualquer preposição pode ser contrariada e, como tal, poderemos alongar este debate ad eternum. Antes que isto se arraste ao infinito, e sem a pretensão de que querer ditar o que é ou não correcto acerca de qualquer discussão (intelectual ou não), finalizo a minha participação nesta troca de argumentos com mais uma citação de Henry Miller (a propósito do uso de “obscenidade” nos seus livros) “…atrevo-me a dizer que por muito vil, sujo, escabroso, escatológico ou obsceno que seja um livro, se servir a causa da vida, se tomar por alvo o cancro que está a minar o coração do mundo, é um bom livro, um livro virtuoso, um livro sagrado. Dizê-lo imoral, chamar-lhe pornográfico ou obsceno é como falar de cuspo a propósito da bomba de hidrogénio”.

  16. Bambi said

    Nenuco, confesso que não consegui ler tudo de uma vez, mas parece-me que há dois equívocos logo nas primeiras frases: “Respeitá-las já não era mau” e “… ainda estou à espera de resposta para saber a razão dos insurgentes conhecerem melhor…”. Que me lembre, ninguém te desrespeitou, muito menos alguém defendeu que os senhores do Insurgente são melhores que tu.
    Bom, o resto vou ler por partes, porque sabes que a cabecinha da Bambe é pequenina para tantos autores ao mesmo tempo…

  17. Carlos Fernandes said

    Esta reunião dos chamados resistentes anti-fascistas em Santa Comba Dão, querendo impor às gentes locais os seus pensamentos, é uma nova forma de ditadura. Onde está a liberdade de pensamento que é um dos pilares da democracia ? Será que, 32 anos depois do PREC, não estamos a assistitir a uma tentativa de reabilitar resquícios desse tempo ditatorial ? As gentes de Santa Comba Dão têm o legítimo direito de direccionar os destinos da sua autarquia. Essa é uma das virtualidades do poder local, assente no espírito do 25 de Abril. Sonegar isso é renegar a democracia.
    Sou a favor da criação do Museu alusivo ao Prof. Oliveira Salazar para todos conhecermos a história exacta da 2ª República que certos pseudo-democratas querem, à viva força, encobrir. A História não se pode apagar. O problema, para esses, é que o redescobrir da história desse período é o mostrar da grande dimensão de estadista que foi Salazar. E isso é que os incomoda. Os denominados “resistentes antifascistas” não passam dum grupelho social-fascista, comunista e acólitos de extrema-esquerda. Vivemos em Democracia, não vivemos no PREC de 1975.
    A única coisa que interessa aos grandes arautos da “Democracia” e da “Luta Antifascista” é manterem-se no poder ad aeternum, contra ventos e marés, para poderem lucrar à custa do Povo que esmagam. E nem sequer permitem qualquer oposição ideológica: para os que lhes fazem frente em nome da Integridade da Pátria não têm qualquer pejo em prescrever censura e até prisão, ferreteando-os de «fascistas !!!!!!!».

  18. albano said

    O PREC ICOMODAVOS MUITO MAS FOI O MELHOR PERIDO QUE PRTUGAL TEVE NÃO É COMO OS TRAIDORES DO PARTIDO SOCIALISTA QUE PROMETERÃO O SOCIALISMO
    AO POVO E GOVERNÃO A FAVOR DO GRANDE CAPITAL PASSANDO POR CIMA DE TU O QUE É DEMOCRACIA. HITELER TAMBÉM FALOU EM SCIALISMO E FOI UM GRANDE ASSACINO GOVERNOS QUE MANDA FILMAR PESSOAS QUE PEDEM A JORNALISTAS AS FETOGRAFIAS DE QUEM ESTÁ NAS MANIFESTAÇÕES ISSA É SEREM PIDES AUTENTICOS TENHÃO VERGONHA SÃO É DE EXTREMA DIREITA. TRAIDORES DA PÁTRIA.

  19. José said

    VIVA SALAZAR! VIVA PORTUGAL

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: