Vozes de burro no SEF

Quinta-feira, 30 Agosto 2007 (13:05)

“Os imigrantes em situação irregular que não conseguiram agendar marcações, para efeitos de legalização, no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), na semana que se seguiu à entrada em vigor da nova lei da imigração, ocorrida no dia 3 de Agosto, já não o podem fazer.”

(Público)

Quem disse que vozes de burro não chegam ao SEF?

Anúncios

Eu Cláudio…escrevo…não escrevo

Quinta-feira, 30 Agosto 2007 (10:45)

claudio-ramos.jpg

“Hoje, tal como hà uns dias, não me apetece escrever. Tinha tanta coisa para dizer, tanto que contar e dividir com vocês… mas apesar de me apetecer fazê-lo não me apetece escrever. Gosto de dança. Muito mais do que imaginam. Gosto de café. Mas não posso beber. Gosto muito de azul escuro. Mas com este calor não é a melhor opção. Gosto da cidade de Lisboa… Mas as saudades do meu Alentejo e do seu cheiro, tiram-me a vontade de escrever. Ás vezes custa estar longe do que se quer e ainda por cima porque se quer. A minha Vila, que me conhece tão bem, sei que me desculpa. Mas os outros?… Desculparão?”

Cláudio Ramos em www.euclaudio.blogspot.com

Os outros? O que interessa a opinião dos outros? Se a tua Vila te desculpa, ela lá sabe porquê. E, se aqueles que te conhecem do berço não querem que tu escrevas, então é isso que deves fazer.

E, olha, não estás sozinho. A tua Vila somos nós todos, os que agradecem cada dia em que não te apetece escrever. Eu sei que é difícil. Afinal, tanto que haveria para escrever sobre dança, café e azul escuro. São temas incontornáveis, é certo, mas não podes nem deves contrariar os impulsos da alma.

E se ela te diz para não escreveres, deves respeitar escrupulosamente a sua vontade. Não resistas. Se não te apetece escrever, isso significa que finalmente estás a descobrir a tua real vocação. Que passa, obviamente, por muitas outras coisas interessantes, como a dança, o café ou o azul escuro, mas não a escrita. Vai até ao Budha, enfia um penalty de café, que um dia não são dias, e veste uma blusa azul escura que à noite ninguém nota. Mas, por favor, não escrevas.

E, olha, se escutares atentamente o rumor da tua alma irás aperceber-te que existem muitas outras coisas que não te apetece fazer. Como abrir a boca para arrotar alarvidades sobre tudo e nada. Garanto-te que a tua Vila te vai desculpar se deixares de o fazer. E o resto do País também.

Vasco Graça Moura e as hordas de criminosos

Quarta-feira, 29 Agosto 2007 (08:48)

hippies2.jpg

“A GNR só identificou seis pessoas. Deixou escapar umas dezenas de criminosos estrangeiros, mascarados e surpreendidos em flagrante delito, apesar de se dever pensar que 18 dos seus agentes deviam chegar para deter e identificar a horda.

Quem garante que esse bando não vai incorporar-se no mercado de trabalho da imigração ilegal e clandestina?”

Vasco Graça Moura (DN)

Ninguém! Ninguém garante! É incrível, não é?

E agora? Agora é o caos e a anarquia! Um bando de criminosos a monte, de rosto tapado e a percorrer de bicicleta o país semeando o pânico e o terror em populações indefesas.

Não sou desse tempo, mas já vi na televisão imagens de hordas de criminosos similares, igualmente perigosas em objectivos e modus operandi. Quem não se lembra dos estragos e da destruição provocada pelos carniceiros de Woodstock e São Francisco? Ao pé daquilo, o 11 de Setembro foi uma brincadeira de crianças. Imagine-se que até chegaram a atacar as forças de segurança com perigosas…flores campestres (sabe-se lá roubadas em que propriedade privada)!

Esses terroristas não olham mesmo a meios e agora essa gente ainda por aí à solta no nosso próprio país! Meu Deus, o que vai ser de nós? Se eu tivesse filhos, fechava-os a sete chaves em casa. Ainda por cima diz-se que essa gentalha gosta de se despir em público! Pedófilos, de certeza!

Pois e o pior é que a qualquer momento podem camuflar-se entre a população. Quem sabe se não vão mesmo incorporar-se no mercado de trabalho da imigração ilegal e clandestina? Sim, quem garante que esta pandilha não vai obrigar, sob coacção, os nossos honestos e cumpridores construtores civis a darem-lhes trabalho no aeroporto da OTA?

Eu, apesar de ser honesto e cumpridor, se fosse construtor civil
seria incapaz de afrontar esta gente. Por amor de Deus, eles andam de BICICLETA!!! Fugir para onde? Mais tarde ou mais cedo, iriam apanhar-me!