Em defesa da ministra

Quarta-feira, 5 Março 2008 (08:46)

Confesso que me causa certa espécie esta celeuma em torno da avaliação dos professores. Manifs, contra-manifs, conferências de imprensa, debates televisivos e até programas de entretenimento (sei que houve mais, mas assim de cabeça, lembro-me, por exemplo, do Prós e Contras)? E toda esta galinhagem só porque os pais podem mandar os profs para o subsídio de desemprego? Cá para mim, isto cheira-me mais a histeria periódica própria de uma corja apinhada de gajas e gays, ok, gajas!Por amor da santa ! Só quem não andou nas secundárias do Miratejo e do Laranjeiro é que acha que existe alguma novidade no diploma da ministra (para mim, a única novidade relevante consiste na diminuição do número de erros de português que o documenta apresenta, o que deve querer dizer que o ministério recorreu finalmente a revisores independentes e não à cambada de pré-reformados que fingem que trabalham ali no mono da Infante Santo).Isto já para não falar nos muitos, bons e pios colégios, plenos de isenção (fiscal, seguramente), onde, como é sabido, os profs só não vão para rua porque sabem manter-se fiéis a quem lhes mete a comida na mesa. Para mim, o problema é muito simples: manda quem pode e obedece quem deve. E, neste capítulo, a ministra limitou-se a dar o exemplo: os pais mandam e ela obedece.

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5 Respostas to “Em defesa da ministra”

  1. Mariachi y JP Simões, los mas guapos del altiplano said

    Porque é que a Trafaria figura no tag e não no texto?

    Porque agora és lisboeta e só conheces a Tasquinha do Aires, o pior e mais caro restaurante da vila que o Marquês mandou incendiar porque era ninho de bandidos?

  2. Mariachi y JP Simões, los mas guapos del altiplano said

    Atão, r’pazinho?
    Ahóoóó
    Quéistatão?

  3. Espalha Brasas said

    Chiça!!! Estava a ver que este blogue não andava prá frente!

  4. nenuco said

    Porque na Trafaria não há ensino secundário, só C+S..

  5. Mariachi y JP Simões, los mas guapos del altiplano said

    mas tem um belo quartel do exército, onde se mama dos nossos impostos para não fazer nenhum…

    e também tinha a Qta da Corvina. Que só figurava com esse nome nos autocarros da TST. Toda a gente sabia que aquilo era mazé o Bairro da Pentelheira!

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